A SUPREMA VIRTUDE

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É difícil, ou quase impossível, definir qual das virtudes influi mais positivamente no comportamento humano.

Em principio, a bondade seria facilmente eleita, mas em excesso tem lá suas restrições. Pode deseducar e inibir o crescimento das pessoas.

A competição é grande porque muitas são as virtudes e todas capazes de fazer das pessoas cidadãos melhores. O bom é que todos tivéssemos todas e aí viveríamos no paraíso, mas diante desse desafio de eleger a que mais contribui para a bem estar da sociedade vamos tentar analisar uma a uma e ver qual delas pode ser a escolhida.

Pode ser a alegria que cria um estado de felicidade, mas, se for permanente, não deixa espaço para a dor, necessária ao aprendizado.

Pode ser a coragem que faz suplantar o medo e enfrentar as dificuldades, mas em excesso, é fomentadora de risco.

Pode ser a determinação que combate à preguiça, o desalento, a falta de ânimo, que faz o indivíduo progredir, mas pode derrubar limites que, necessariamente, precisam ser respeitados.

Pode ser a disciplina que traz a ordem, a organização, a aceitação de preceitos e normas e a produtividade, mas em excesso pode ser redutora da criatividade.

Pode ser o entusiasmo, que motiva, que dá vitalidade, que provoca ação, mas que por vezes alimenta uma quantidade excessiva de projetos, o que pode fazer com que as pessoas tenham muitas iniciativas e nada realizem.

Pode ser a flexibilidade, que permite uma constante adaptação das pessoas às circunstâncias, que promove a harmonia nos relacionamentos, nas que pode, em dose forte, despersonalizar.

Pode ser a honestidade, que muitos tratam como virtude, mas que para nós é simples obrigação.

Pode ser a empatia, que faz com que um indivíduo se identifique com outro buscando agir ou pensar da forma como ele pensaria, mas que se restringe à sociabilização.

Pode ser a humildade, que impõe a modéstia, a ausência de vaidade, a simplicidade na maneira de se apresentar, que faz ouvir e aprender e que, seguramente, é uma virtude imprescindível, necessária.

Pode ser a longanimidade, responsável pela complacência, indulgência, benignidade e tolerância. Proporciona a capacidade de suportar com resignação, insultos, vexames e ofensas, mas pode gerar passividade.

Pode ser o desapego, que capacita o indivíduo a ver os fatos e situações com imparcialidade, com isenção de ânimo e agir com justiça, mas, em contrapartida, distancia as pessoas do desejo de bens materiais e imateriais o que pode levar à estagnação ou até ao retrocesso.

Pode ser a introspecção, que leva a um mergulho no eu interior e pode produzir transformações de personalidade. Sua relevância está na capacidade de gerar mudanças sociais profundas, mas, mesmo assim, não é a que mais faz diferença.

Muitas outras virtudes existem, como a autoconfiança, a estabilidade que traz a constância, a misericórdia que tem o condão de fazer perdoar, a precisão que possibilita a habilidade de fazer as coisas de forma correta, a pureza que orienta para a ausência de vícios e a existência de uma mente sã, a autoconfiança que dá segurança aos movimentos e ações, a maturidade que traz coerência e um maior acerto nas ações, a generosidade que faz prestar ajuda sem nada esperar em troca.

Ora, como a virtude é, por definição, uma disposição de praticar o bem, uma qualidade moral, um atributo positivo dos indivíduos, fica difícil afirmar qual de todas é a mais importante. Mas, no meio de uma imensa subjetividade, há uma que pela sua natureza, pelos seus efeitos, pelo seus atributos, se apresenta maior: – a serenidade. Nela, além de se abrigarem muitas outras, como a força, a paciência, a coragem, a capacidade de agir, está o poder de fazer com que todas as demais se preservem como virtudes, sem perderem efeito por excessos ou falta de sinergia.

Muito há que se falar da serenidade para justificar o seu destaque. Ela faz com que
as pessoas lidem com docilidade e tolerância nas situações mais adversas. Ela provoca um estado de espírito de paz que nos concilia com o que somos, com nossa condição de humanos falíveis e mortais.

A serenidade impede a revolta por não sermos exatamente o que gostaríamos de ser.

A serenidade nos leva à reflexão e ao desprezo de problemas que não têm a menor importância concreta. A serenidade também nos ensina a esperar, uma atitude rara.

Temos a tendência de tratar o momento presente como uma ficção. Vivemos entre lembranças do passado e esperanças de acontecimentos futuros que buscamos alcançar. Sem projetos, ficamos tristes sem sabermos usufruir os prazeres momentâneos que a vida oferece.

Só a serenidade nos leva à consciência de que o ócio é uma dádiva. Só ela nos coloca no presente e nos permite encarar o mundo real e a vida tal qual ela é, com todas suas crueldades e inconsistências. Só ela pode nos fazer “aceitar as coisas que não podemos mudar” e, ao mesmo tempo, fazer-nos aprender a viver em equilíbrio e trilhar os caminhos da sabedoria.

Por tudo isso ousamos classificá-la como a suprema virtude e desejar que todos por ela sejamos ungidos.

 

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O PERIGO DA PERVERSA ORATÓRIA

Será que só eu estou envergonhado? Será que só eu me sinto humilhado com as desculpas pueris apresentadas para desmentir crimes evidenciados pela boa lógica e provados através de circunstancias irrefutáveis?

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Isso me incomoda de tal forma que perco horas criando hipóteses para saciar minha curiosidade, mas até hoje tudo que formulei não me convenceu por completo. Numa das muitas divagações voltei à minha infância, que não deve ter sido muito diferente da infância de todas as outras crianças, e me lembrei de minhas inocentes mentirinhas. Quantas vezes fui pego por minha mãe roubando os doces preparados para meu aniversário e jurei para ela que só estava vendo se eles eram de enfeite ou de verdade?

Lembro de mentiras como essa e fico certo de que elas eram menos primárias do que todas as que são produzidas pelos políticos que aí estão, eleitos pela sociedade brasileira para cuidar de seu destino.

Mães acham graça e aceitam as mentirinhas dos filhos porque não são maldosas, são inconsequentes, movidas apenas pelo medo. Mas os políticos não. São adultos conscientes e suas mentiras são capazes de destruir o presente e o futuro de toda uma nação. E por que não reagimos?

Ontem, obtive a resposta. Ouvi o discurso do Senhor Luis Inácio depois de seu depoimento na polícia federal e quase fui por ele convencido de que é o cidadão mais probo de toda nossa história republicana.

Ouvindo seu discurso descobri a imensa capacidade que os políticos têm de tergiversar, de manipular, de esconder fatos que os comprometem e seduzir o povo com o discurso que ele entende e com feitos e promessas que o sensibiliza.

Eis o segredo. Poucos, muito poucos preservam suas convicções depois de um discurso desses e esses poucos se desmobilizam certos de que estão isolados, que a grande maioria engoliu e aplaudiu o discurso de palanque do ex-presidente.

A oratória de um populista é arma de poder incalculável. Desmontar o discurso de um populista é tarefa difícil, mesmo quando ele contraria fatos circunstanciais que só não convencem idiotas que beiram a demência.

Nesse momento estou certo de que nosso destino depende da capacidade das convicções do Paraná contaminarem nossa sociedade, caso contem com um forte apoio de nossos meios de comunicação.

Estou esperançoso. É possível que estejamos na eminência de fecharmos um ciclo de nossa história e começarmos outro, com novos princípios e valores. A delação de Delcidio parece que não poupa ninguém: nem governo, nem oposição. Soube também que Marcelo Odebrecht autorizou a delação de seus executivos e ele, que certamente será o último a delatar para resguardar sua posição de líder, não poupará ninguém.

É ridículo alguém imaginar que exista um único político no país que esteja fora do sistema corrupto que se tornou uma instituição. Eu, vivendo política há 50 anos só conheci um, o grande (em integridade e 1,84 de altura), o eminente Carlos Santana, por sinal baiano, secretário de educação do estado, deputado federal por três mandatos e, por fim, chefe da casa civil de Sarney. Mas como ser íntegro sendo chefe da casa civil de Sarney? Tentando reduzir danos. Essa é a única explicação. Eu que sempre estive perto dele atesto. Ajudei-o com recursos numa eleição e ele não sossegou enquanto não me pagou tudo em dez parcelas.

Por fim, registro que sou grato ao PT por abusar da corrupção que sempre foi uma instituição no nosso meio político, mas nunca praticada com tamanha violência e destemor. Só um abuso do tamanho desse que o PT praticou e a total destruição de nossa economia poderia criar uma ruptura num sistema atávico e criar esperança de construirmos um novo país com novos e melhores princípios morais e éticos.

J. Pose

COMO ADMINISTRAR SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO

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Se você é um jovem empreendedor, já deve ter descoberto que pensar numa rotina de trabalho de 8 horas é uma ilusão e que ainda tem que enfrentar a sua liberdade que pode levá-lo há dispersão e a se dedicar menos do que deveria se dedicar ao seu trabalho. Afinal de contas você não tem chefe e pode trabalhar quantas horas quiser e no horário que quiser.

Você realmente tem privilégios, mas lhe são exigidos grandes sacrifícios porque se não tem horários, tem compromissos e metas da empresa que, mal administrados, vão te obrigar a trabalhar 16 horas todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados. Férias, nem pensar. Você vai girar, girar, girar, sem sair do lugar, e mais, sua possibilidade de resultados ē quase zero e a de grandes prejuízos, infinita.

A solução não é dar um basta e resolver viver como qualquer ser humano normal, porque isso pode determinar o fim rápido de seu negócio ou, no mínimo, fazer com que todo seu potencial não seja explorado.

A solução está por outros caminhos:

Primeiro – Priorize. Defina metas razoáveis. Planeje. Aceite trabalhar 16 horas por dia, somente por um tempo definido, até capacitar sua empresa para o cumprimento das metas. Mas nunca aceite que isso vire rotina e se perpetue por todo tempo, porque você só vai demonstrar uma grande incompetência como gestor.

Segundo – Defina quantas pessoas, possuidoras de que habilidades, você precisa para fazer sua empresa atingir as metas que definiu. Atribua responsabilidades claras para cada colaborador e acompanhe. Crie métricas. Só números falam a verdade. Lembre-se que o sucesso de sua empresa é todo refletido por números. Não fuja deles, mas cuidado com a burocracia, só acompanhe o que realmente precisa. Essa talvez seja sua maior arte. Relatórios desnecessários, confundem, atravancam o processo produtivo e só aumentam seus custos. Não tenha medo de tomar decisões difíceis, sobretudo, com pessoas. Discuta fatos porque eles são objetivos e não podem ser contestados. Por isso, números são importantes. E muito cuidado com prazos. Não permita sucessivas postergações, nem aceite intermináveis desculpas. Isso é um desaforo para a sua empresa e ela os responderá com maus resultados.

Não seja impiedoso, mas nunca se esqueça de que se sua empresa não der certo, todos os seus colaboradores vão encontrar novas empresas para trabalhar e você vai ficar com seu sonho frustado e cheia de dívidas.

Terceiro – Peça ajuda. Não tente carregar a empresa nas costas. Não tenha constrangimento de dividir com seus colaboradores seus sacrifícios. Você tem moeda de troca, pois pode dividir resultados.

Por fim, busque conforto na sua paixão, olhe para fora da empresa e para fora de você mesma. Ouça outros empresários, ouça opiniões de consultores. O excesso de apego às suas convicções que são meros resultados de sua história e o excesso de medo de enfrentar suas limitações pode ser responsável pela dificuldade de encontrar um ponto de equilíbrio para sua vida e de alcançar o sucesso.

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COMO SUPERAR A RESSACA MORAL DO CARNAVAL

Refletir sobre o ocorrido é positivo para não cometer mais os mesmo erros, mas remoer culpa é prejudicial.

A folia foi ótima. Até que chega a quarta-feira de cinzas e vem a ressaca moral. Sabendo que passou dos limites, é comum você sentir vontade de sumir, ter medo de encarar as ações dos dias anteriores e, claro, conviver com culpa e arrependimento. “A ressaca moral é a conscientização de um ato realizado contra seus princípios morais e éticos, mas que aconteceu em um momento de impulsividade ou sob o efeito de drogas como o álcool“, definem os psicólogos.

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O Carnaval, geralmente, tem a ver com excessos, mas há atitudes mais fáceis de superar e remediar do que outras. Veja algumas dicas que te ajudarão a sair da crise:

1. Ligue para um amigo
Antes de deixar o desespero tomar conta de você, o primeiro passo é ligar para um amigo que esteve ao seu lado durante os festejos. “Falando com um amigo você terá a devida proporção do que houve na noite de excessos”. É essencial que seja uma pessoa de confiança. “boas intenções por parte do outro são fundamentais para te ajudar a transformar a ressaca moral em aprendizado, e não em humilhação”;

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2. Reflita sobre a gravidade do ocorrido
Avalie o nível do deslize cometido no Carnaval para saber o que fazer. Se o ato cometido envolveu ou prejudicou outras pessoas, converse e se desculpe. Se você não fez algo tão grave, mas sente que afetou alguém, também peça perdão. Mas se foi algo que apenas te envergonhou e não atingiu ninguém, não fique ressuscitando o assunto. Deixe que ele seja esquecido.

Se o seu erro foi grande e você precisa se redimir, esfrie a cabeça antes de agir. Não adianta tentar se explicar para uma pessoa com raiva. Nesses casos, o melhor é esperar a poeira baixar. Só assim será possível ter uma conversa lúcida. Em outros casos, como um mal-entendido, por exemplo, é melhor agir rapidamente, para que a raiva não aumente.

Para identificar qual opção seguir (pedir perdão imediatamente, esperar ou ignorar o ocorrido), coloque-se no lugar do outro. Como você gostaria que agissem com você em uma situação parecida? “Assim, você poderá imaginar que atitudes os outros esperam de você, o que te dará pistas de como agir”.
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3. Tenha bom humor
Se a ressaca moral é consequência de atitudes inocentes (ou quase), que não prejudicaram outras pessoas, encare com bom humor as piadas dos que estavam presentes. Se você rebolou até cair no chão, aceite o fato de que será lembrado pela performance durante um bom tempo. “O que aconteceu, aconteceu. Se foi um pequeno vexame, não exagere na reação. Tenha paciência, pois novos fatos acontecerão com outras pessoas e o seu deslize será esquecido”.

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4. Não fique remoendo a culpa
Lamentar-se eternamente pelo que aconteceu no Carnaval não é a solução. De nada adianta viver a culpa de modo destrutivo ou por muito tempo “você deve assumir o erro, desculpar-se e tocar a bola para frente. Vitimizar-se e ficar o tempo todo se justificando não resolve nada. Só faz com que o episódio continue sendo comentado por mais tempo”.

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5. Comportamento repetitivo
Quando a ressaca moral não tem fim, pode ser sinal de um problema emocional mais grave. “Quando erramos, temos de pedir desculpas, aprender e seguir em frente. Se permanecermos com o sentimento de culpa, precisamos procurar terapia”. Repetir muitas vezes o mesmo erro também é sinal de que uma ajuda profissional é necessária. “Ela é fundamental quando nosso comportamento nos leva para onde não queremos e não conseguimos mudar”.

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Siga em frente. Não deixe um acontecimento – seja bom ou ruim – lhe paralisar. Haverá sempre amanhãs, tardes com sol e chuviscos para regar a vida.

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DEZ TIPOS DE PESSOAS QUE VOCÊ TEM QUE EXCLUIR DE SUA VIDA

Não há como negar que as pessoas que fazem parte da sua vida acabam influenciando as suas percepções e impressões de mundo. Já reparou que aquele seu amigo alto astral parece que tem o poder de deixar você para cima também? E aquele cara que vive falando mal dos colegas de trabalho? Ele é ou não é um chato de carteirinha que parece consumir a energia dos lugares aonde chega?
É relativamente fácil entender que as pessoas realmente influenciam nosso estado de humor – em alguns casos, inclusive, elas nos fazem mal mesmo!Portanto, não deixe fazer parte de sua vida alguém que tenha um dos seguintes perfis:

1 – A pessoa que adora uma fofoca
O fofoqueiro de carteirinha é o tipo de gente que se diverte com os problemas das outras pessoas. Não interessa se ele faz fofoca apenas de seus desafetos, o que importa aqui é saber que aquela pessoa gosta de avaliar, julgar e falar mal da vida alheia – que triste para ela, não é? A dica nesse caso é se manter afastado desse tipo de gente, até mesmo porque não há garantias de que ela não faça fofocas a seu respeito também.
Quando alguém não para de falar da vida alheia e se diverte com o sofrimento das outras pessoas é porque esse alguém deve ter uma vida bem vazia e sem graça.
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2 – A pessoa temperamental

Todos nós temos emoções diferentes ao longo do dia, mas algumas pessoas não conseguem lidar com o que sentem e, por causa disso, atacam outras pessoas sem o mínimo autocontrole. Estar na companhia desse tipo de gente é sempre desagradável, e ninguém gosta de viver com medo desses rompantes de fúria, que podem acontecer a qualquer momento.
temperamental

3 – A vítima
Esse tipo de pessoa é mais difícil de identificar. No começo, você sente empatia ao ouvir os problemas dela – quem é que não tem problemas? Acontece que, com o passar do tempo, você vê que essa pessoa reclama de tudo. Todo santo dia.
Além do mais, ela não parece ver os próprios problemas como uma oportunidade de aprendizado nem ouve conselhos de quem se esforça para ajudá-la a melhorar. Se alguém reclama e não busca fazer nada para mudar a situação, adivinha só: esse alguém vai continuar reclamando por muito tempo, e seu ouvido não é penico.
vítima

4 – A pessoa autoabsorvida
É aquela que se distancia de todo mundo, mesmo quando está ao lado de alguém. Você pode identificar uma pessoa assim quando está ao lado dela e mesmo assim se sente sozinho, o que acontece porque ela simplesmente não cria qualquer conexão verdadeira com outros indivíduos. Nem com você.
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5 – A invejosa
É aquela criatura que está sempre se comparando com outras pessoas e, claro, querendo ter o que os outros têm. Aquela história de “a grama do vizinho é sempre mais verde” cabe perfeitamente na filosofia de vida dos invejosos. A verdade é que SEMPRE existe alguém melhor e alguém pior do que você, em vários aspectos. Perder tempo invejando as conquistas alheias é coisa de gente ambiciosa e competitiva demais – e é sempre bom manter a distância.
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6 – O manipulador
Aquele cidadão que dá um jeitinho de conseguir sempre tudo o que quer, que enche alguém de elogios antes de pedir um favor, que faz chantagem emocional, que joga uma pessoa contra a outra e que sempre, sempre consegue o que quer. Sabe aquele cidadão? Fique longe dele.
Manipuladores sugam o tempo e a energia das outras pessoas, fingem amizade e confiança, mas no fundo estão apenas preocupados com o próprio bem-estar. Eles sempre se aproximam de alguém pensando em algum benefício próprio e raramente são generosos ou se doam de verdade.
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7 – Os dementadores
Os dementadores são aquelas pessoas que, quando entram em uma sala, roubam a energia do local, ou seja: pessoas altamente negativas. São aqueles pessimistas de carteirinha, que nunca dizem nada positivo, que estão de cara fechada, que só pensam no lado ruim das coisas, que vivem falando sentenças negativas e que vivem preocupadas com tudo.
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8 – O sádico
Por mais bizarro que pareça, algumas pessoas são maldosas a ponto de se sentirem satisfeitas quando sabem que alguém se deu mal. Desfrutar da dor e da miséria das outras pessoas é, certamente, uma forma cruel de levar a vida, e com certeza você não precisa de gente assim por perto. Ao reconhecer que alguém se diverte com o sofrimento de quem quer que seja, o melhor que você tem a fazer é se afastar dessa pessoa.
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9 – O juiz
Pessoas têm sempre o direito de concordar ou não com alguma coisa e, quando discordam, devem fazer isso de forma sensata e educada. Aquela criatura que sai ditando regras e julgando a vida alheia, como se estivesse sempre com a razão, é geralmente incapaz de conviver com o que é diferente dela e, bem, esse tipo de gente é das mais fáceis de dispensar.
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10 – A arrogante
Não desperdice seu tempo com gente arrogante. Para esse tipo de pessoa, tudo o que você faz é um desafio pessoal, e, psicologicamente falando, a arrogância nada mais é do que uma falsa confiança. Qualquer coisa falsa uma hora ou outra é descoberta, e por trás do arrogante há sempre alguém com baixa autoestima e muita insegurança.
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Fonte e imagens: megacurioso.com.br