Chara Rial – Ópera – Look Book

Ópera é a primeira coleção de roupas da Chara Rial, criada para mulheres muito especiais que expressam bom gosto e refinamento através de suas escolhas..

É composta por peças clássicas e atemporais, confeccionadas com muito carinho para você que se veste de forma verdadeiramente elegante.

Confira o look book abaixo e inspire-se. Clique nas imagens para ampliá-las.

Chara Rial – Ópera – Campanha

Ópera é a primeira coleção de roupas da grife Chara Rial. Criada para mulheres refinadas que expressam seu bom gosto através das peças que escolhe para compor seu visual. Essas mulheres são refinadas, não são escravas da tendência e optam por peças atemporais e verdadeiramente elegantes. Assim como você. Confira nas imagens abaixo.

Fotos oficiais da campanha de lançamento da coleção “Ópera” – a primeira coleção de roupas da Chara Rial.

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SENSUALIDADE DA MULHER MADURA

Toda mulher pode, se quiser, ser sexy. Ser sexy independe de quaisquer atributos, mas apenas de vontade. Sensualidade é uma energia que toda mulher possui e que sempre aflora quando ela decide liberar.

Por considerarmos esse tema relevante para todas mulheres pelos efeitos que produz, decidimos tratá-lo com especialistas e, do que coletamos, selecionamos dicas e opiniões que julgamos ser do interesse de nossas leitoras.

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É normal uma mulher sentir menos confiança na sua sexualidade na medida em que envelhece, mas, para a sexóloga Márcia Sant’Anna Aragão, não deveria ser assim. “Tudo depende da percepção que a mulher tem de si mesma e da sua capacidade de se sobrepor a conceitos disseminados na sociedade que valorizam a beleza da mulher jovem. Se as mulheres acreditarem que o belo e o sensual só é viável e permitido até os 30 anos, o envelhecimento para elas será um processo doloroso”, afirma.

Associa-se muito a sensualidade à atração, sem esclarecer que a sensualidade é apenas um dos fatores. A beleza é evidente que influi, mas a definição do belo é subjetiva e não se cinge a traços ou regras. É bela toda mulher que se sente bela porque é isso que a faz exalar beleza. Márcia afirma que é sexy toda mulher, sem exceção, que não sufoca a sensualidade que tem dentro de si.

Para ser bonita basta a mulher não submeter-se aos absurdos padrões de beleza que a sociedade impõe. Para sentir-se bonita a mulher só precisa olhar para si mesma e gostar da pessoa que está vendo. Para ser sexy a mulher só precisa se amar porque essa é a chave que abre a caixa onde está aprisionada toda sua sensualidade, diz Márcia.

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Nenhuma mulher pode desconhecer que a sensualidade está presente em todos os aspectos da vida e não só entre as quatro paredes de um quarto.
“Para uma mulher se sentir sexy não precisa sequer querer ou fazer sexo. Precisa apenas ser consciente das suas potencialidades e ter convicção de que a qualquer momento poderá encontrar um homem que a deseje, bastando para tal, liberar seus feromônios através da sensualidade.

Todas essas reflexões só são úteis para chegarmos ao ponto onde podemos informar às mulheres ao liberarem sensualidade terão a autoestima aumentada consideravelmente e com o aumento da autoestima estará criando muitas possibilidades de serem felizes. Por isso a sexóloga Márcia Aragão preparou seis dicas simples que podem ajudá-la, cara leitura, a se conhecer melhor é poder libertar e desenvolver sua sensualidade:

1. Valorize-se: olhe e valorize aquilo que você tem de bonito e não o que está achando feio

2. Acredite: a menopausa altera os hormônios, mas a vaidade deve permanecer. Acredite que ainda é feminina

3. Relacione-se: tenha um bom relacionamento social e valorize a vitalidade que existe em você

4. Namore: se permita paquerar e ser paquerada. Isso aumenta muito sua autoestima

5. Veja-se sexy: lembre-se que você aos 50 ou 60 anos continua sendo a mesma pessoa que um dia teve 20 anis e nada aconteceu para reduzir sua sensualidade. A única coisa que pode ter mudado em sua vida é a forma de expressão da sua sensualidade e certamente para aumentá-la com sua experiência e sabedoria. Afinal de contas, quantas meninas sem sal aos 20 anos se tornam mulheres desejadas depois dos 60?

6. Creia que a sensualidade é apenas uma energia que magnetiza ou uma arte que com o passar do tempo você domina melhor.

HÁ COMO FAZER JUSTIÇA SOCIAL SEM CORRUPÇÃO OU OS MEIOS NÃO JUSTIFICAM OS FINS

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The masterpiece or the mysteries of the horizon – Magritte

 

A corrupção no governo está mais do que provada. Não há um só brasileiro que, despido de partidarismos e convicções, concentrado exclusivamente na análise dessa terrível constatação, possa negá-la.

Não importa se o que se gravou e divulgou podia ou não ser divulgado, o que importa é a clareza como se comprova crimes e criminosos.

Também é falso afirmar que os processos são viciados, sem isenção e que tudo se move por perseguição. Esta mais do que evidente de que no ponto onde já se chegou não há retorno e a limpeza avançará alcançando todos que cometeram delitos, sem qualquer exceção.

A classe política, parte do judiciário e o grande empresariado serão extintos? Não importa, pois a causa é nobre. Novos cidadãos com novos valores ocuparão seus lugares.

A única coisa que não se pode permitir é a disseminação da crença de que aqueles que estão ou estiveram a serviço da justiça social tem imunidades e não podem ter seus atos questionados por serem guardiões das boas causas.

Nossos miseráveis e incultos no dia em que saírem dessa condição repudiarão o benefício quando souberem que sua conquistas tiveram vínculos com a corrupção.

Da mesma forma que a classe média no passado apregoava que comunistas comiam criancinhas, os socialistas de hoje não podem defender a bandeira de que a classe média é egoísta, burguesa e escravizará por todo sempre os que hoje ainda precisam ser ajudados.

É mais do que óbvio que os mais justos serão sempre os que não se corrompem e é sobre eles que têm que recair todas as expectativas da sociedade.

Este não é o momento de discutir ideologias e fomentar lutas de classe.

Os meios não justificam os fins.

Esta talvez seja a única oportunidade, num tempo que nossa imaginação pode alcançar, em que se vislumbre a restauração da moral da nação, se é que em algum momento de nossa história ela existiu.

J. Pose

14 filmes que são uma verdadeira aula de moda e estilo!

Muitas vezes, o figurino é capaz de alçar um longa-metragem ao status de clássico do cinema. A seguir, seguem as tramas que deixaram sua marca na história com looks memoráveis. Confira:

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BONEQUINHA DE LUXO – Hubert de Givenchy começou a vestir Audrey Hepburn em Sabrina, mas foi com Bonequinha de Luxo que essa parceria deu o que falar. Os vestidos pretos do estilista, usados pela atriz no longa-metragem, se tornaram clássicos da moda. Os acessórios escolhidos pela figurinista Edith Head, como os maxicolares e os óculos Ray-Ban Wayfarer, também estão presentes nos closets descolados ainda nos dias de hoje.

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LA DOLCE VITA – O vestido Pretino, criado pelas irmãs Fontana, foi imortalizado pela atriz Anita Ekberg no filme La Dolce Vita, de Fellini. Em uma das cenas mais antológicas do cinema do século XX, a beldade usa o traje para se banhar na Fontana di Trevi. Em 2014, o modelito foi destaque na exposição Italian Glamour, que trouxe várias peças famosas de estilistas italianos ao Rio de Janeiro.

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OS HOMENS PREFEREM AS LOIRAS – Difícil escolher um figurino entre os filmes estrelados por Marilyn Monroe, que desfilou vestidos icônicos em longas como O Pecado Mora Ao Lado e Como Agarrar Um Milionário. Os Homens Preferem As Loiras, porém, reúne uma porção de trajes marcantes usados pela atriz. No musical, ela aparece com looks sensuais, vestido de noiva e o famoso tomara-que-caia rosa em que canta “Diamonds Are Girl’s Best Friend”.

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BLOW-UP – DEPOIS DAQUELE BEIJO – Todas as “pirações” fashion dos anos 60, como trajes futuristas e makes dramáticas, se reúnem no estúdio do fotógrafo de moda Thomas (David Hemmings). O bonitão clica nada menos do que as musas Jane Birkin e Veruschka. Já Vanessa Redgrave, que estrela o filme ao lado de Hemmings, também inspira em looks mais comportados.

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NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA – O figurino da protagonista Annie Hall, interpretada por Diane Keaton, foi assinado por Ralph Lauren e Ruth Morley. Os dois se inspiraram no estilo da atriz, que inclusive emprestou algumas peças de seu closet para a personagem. Na época, ela abusava de modelitos boyish e alfaiataria.

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PROCURA-SE SUSAN DESESPERADAMENTE – Nos anos 80, Madonna estava no auge da carreira e já tinha ganhado o status de ícone fashion. Em umas de suas primeiras incursões no mundo do cinema, ela abusou de brilhos, crash de estampas e acessórios exagerados, bem ao estilo da década. Recentemente, a jaqueta que a cantora usou alcançou o valor de R$ 650 mil em um leilão. Já um dos brincos foi leiloado por R$ 88 mil.

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AS PATRICINHAS DE BEVERLY HILLS – Cher, a garota riquinha interpretada por Alicia Silverstone, tinha um closet tecnológico e recheado com a maioria das tendências dos anos 90, como vestidos de festa sequinhos, meias 7/8, saias plissadas, tops cropped e muito xadrez. O estilo grunge, mais “largadão”, foi retratado com a personagem Tai (Brittany Murphy).

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PRÊT-À-PORTER – Mesclando o enredo com cenas reais de desfiles de alta costura de Paris, o filme retrata personagens típicos do mundinho fashion, como as editoras geniosas, a estilista com bloqueio criativo, o fotógrafo hypado e as top models. No elenco, divas como Sophia Loren, Kim Basinger, Anouk Aimée, Julia Roberts, Lauren Bacall e Rossy De Palma. Naomi Campbell, Claudia Schiffer , Björk, Cher e Thierry Mugler participaram interpretando eles mesmos.

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DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM – Um filme sobre uma compradora compulsiva de itens de moda, com figurino de Patricia Field, só poderia resultar em muitos looks incríveis de grifes cobiçadas. Entre as marcas exibidas pela personagem de Isla Fischer estão Prada, Gucci, Dior, Alexander McQueen, Christian Louboutin, Zac Posen, Salvatore Ferragamo, Balenciaga e Marc Jacobs.

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O DIABO VESTE PRADA – A rotina de uma revista de moda com fama mundial foi retratada em O Diabo Veste Prada. Meryl Streep interpretou Miranda, uma editora bem severa ao estilo de Anna Wintour. Já Anne Hathaway viveu Andy, uma repórter sem a menor noção de estilo que transformou a vida e o closet ao tornar-se assistente na publicação. Não faltaram marcas de renome e peças recém-saídas das passarelas internacionais, como acontece em boa parte dos figurinos assinados por Patricia Field.

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SEX AND THE CITY 1 E 2 – O figurino de Patricia Field sempre foi o quinto personagem principal de Sex And The City, tanto na série quanto nos dois filmes da franquia. Coerente desde o princípio com o estilo mais conceitual de Carrie (Sarah Jessica Parker), a sensualidade de Samantha (Kim Cattrall), o romantismo de Charlotte (Kristin Davis) e o profissionalismo de Miranda (Cynthia Nixon), a estilista inspirou os looks de toda uma geração. Reafirmou os sapatos de Manolo Blahnik como objetos de desejo e deixou como marca registrada a curadoria de peças de muitas grifes internacionais.

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COCO ANTES DE CHANEL – Com a elegante Audrey Tautou no papel principal, o filme revela a vida de Chanel antes da fama, e como ela foi aos poucos libertando as mulheres dos espartilhos ao criar peças práticas e atemporais. O figurino, assinado por Catherine Leterrier, trouxe reproduções fieis dos looks usados pela estilista.

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A GRANDE BELEZA – Com críticas à cultura de imagem, alimentada pelas redes sociais, o filme retratou muitos eventos e festas “bombadas” da alta sociedade italiana. E, como a ordem de boa parte dos personagens é aparecer, não faltaram looks modernos e cheios de glamour. O protagonista, Jep (Toni Servillo), um escritor já cansado de tanta ostentação, exibiu vários ternos bem cortados, com um toque de irreverência nas cores.

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YVES SAINT LAURENT / SAINT LAURENT – Em 2014, o estilista ganhou dois filmes biográficos. O primeiro (na foto), Yves Saint Laurent, dirigido por Jalil Lespert, e o segundo, Saint Laurent, por Bertrand Bonello. Por tratarem do mesmo personagem, os dois têm o enredo bem parecido: mostram como ele saiu da Christian Dior para montar sua própria grife, o processo criativo, a relação amorosa e profissional com Pierre Berger, o abuso de drogas e sexo. E ambos valem a pena pelas belas cenas de desfiles e peças icônicas do criador.